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Dicionário de Filosofia

Peripécia
Para Aristóteles, é um dos elementos fundamentais da tragédia, mais precisamente do enredo trágico. Consiste na mudança súbita de condições ou destino, que deve ocorrer de modo verossímil e necessário.
 

Permanência
Para Immanuel Kant a Permanência expressa, em geral, o tempo como correlato constante da presença da aparência, da mudança e da concomitância. É o tempo enquanto duração.
 

Personalidade
Condição ou modo de ser da pessoa.
 

Personalismo
1 - Pensamento que afirma a personalidade de Deus como causa criadora do mundo, em oposição ao panteísmo. 2 - Doutrina metafísica, segundo a qual o mundo é constituído por uma totalidade de espíritos finitos que, em seu conjunto, constituem uma ordem ideal em que cada um deles conserva sua autonomia. 3 - Pensamento ético-político que enfatiza o valor absoluto da pessoa e seus laços de solidariedade com as outras pessoas, em oposição ao coletivismo.
 

Perspectiva
Antecipação do futuro.
 

Perspicácia
Para Platão Perspicácia é rapidez mental, para Aristóteles é justeza de metas. Para Immanuel Kant a Perspicácia é a capacidade de notar as mínimas semelhanças e diferenças, que pode gerar observações chamadas sutilezas ou simplesmente pedantismo, quando inúteis.
 

Persuasão
1 - Crença cuja certeza se apoia em bases pessoais e incomunicáveis. 2 - Ato ou procedimento de persuadir, de induzir à persuasão.
 

Persuasivo
Representação que se mostra verdadeira, mas que pode ser falsa.
 

Pessimismo
Teoria de que o estado das coisas, em parte ou no todo, é o pior possível. Defende alguma das seguintes teses: 1 - Na vida humana as dores superam os prazeres, e a felicidade é inatingível. 2 - Na vida humana os males superam os bens, de tal modo que ela é um complexo de acontecimentos ruins, ignóbeis ou repugnantes. 3 - A vida é, em geral, mal ou dor. 4 - O mundo é, em sua totalidade, manifestação de uma força irracional.
 

Pirronismo
Forma extrema do ceticismo grego defendida por Pírron de Elis - 270 a.C. A tese fundamental do Pirronismo é a de que não devemos aceitar como verdade o conteúdo de um juízo, de uma ideia ou de uma doutrina, pois para o homem as coisas são incompreensíveis. A única atitude legítima é a de não julgar as coisas como verdadeiras ou falsas, nem belas ou feias, nem boas ou ruins. Não julgar também significa não preferir ou não evitar.
 

   

 
 
Como referenciar: "Dicionário - P" em Só Filosofia. Virtuous Tecnologia da Informação, 2008-2019. Consultado em 17/10/2019 às 08:13. Disponível na Internet em http://www.filosofia.com.br/vi_dic.php?pg=2&palvr=P