Biblioteca Virtual
 Biografia de Filósofos
 História da Filosofia
 Laifis de Filosofia

 Eventos
 Resenhas
 Livros
 Entrevistas

 Oráculo
 Dicionário de Filosofia
 Vídeos de Filosofia
 Rádio Filosofia
 Como estudar Filosofia
 Dicas para Monografia
 Filos. e Outras Áreas
 Filos. na Sala de Aula

 Exercícios Comentados
 Jogos On-line
 Provas de Concursos

 Curso de Filosofia

 Curiosidades Filosóficas
 Escolas de Filosofia
 Filosofia Clínica
 Histórias Filosóficas
 Relato do Leitor
 Frase de um Leitor
 Charges
 Fil. para Crianças
 Lançamento de Livros
 Livros para Download
 Frase de Filósofos
 Uma Foto, uma História
 Trechos de Livros
 Enquetes
 Cursos de Extensão
 Fale Conosco

 

 

Dicionário de Filosofia

Paradigma
É um esquema ou modelo mental que se toma como referência e sobre o qual se constrói um processo intelectual. Em filosofia da ciência é o princípio básico que sustenta uma teoria geral e cuja alteração acarreta a mudança de toda a teoria.
 

Paradoxo
É o termo que designa, em filosofia, a declaração que expressa uma aparente contradição e cujo significado mais profundo só é revelado depois de cuidadosa investigação. Seu objetivo é despertar a atenção e provocar novas idéias, como no caso de Zenão de Eléia, cujo qual, com um Argumento lógico, pretendeu demonstrar, no século V a.C., a impossibilidade do movimento, qual considerava uma ilusão dos sentidos
 

Paralogismo
Para Aristóteles Paralogismo é um silogismo ou qualquer argumento formalmente falso. Immanuel Kant define o Paralogismo como uma falsa argumentação da psicologia racional, que se ilude achando que pode deduzir do simples eu penso determinações materiais do conceito de alma.
 

Parônimo
Para Aristóteles, são os objetos cuja designação provém de certo nome, com a modificação da desinência: como gramático, que deriva de gramática, e corajoso, de coragem. Os Parônimos têm em comum a essência expressa pela definição, nisso, são semelhantes aos sinônimos ou unívocos. Aristóteles considera os Parônimos como certa espécie de objetos designáveis, ao lado dos homônimos ou equívocos e dos sinônimos ou unívocos.
 

Parenética
Segundo os estoicos, a parte da moral que consiste em prescrever preceitos práticos para a conduta de vida nas várias circunstâncias.
 

Patrística
Filosofia cristã dos primeiros séculos. Elaboração doutrinal das crenças religiosas do cristianismo e na sua defesa contra os ataques dos pagãos e contra as heresias. A Patrística caracteriza-se pela indistinção entre religião e filosofia. Para os padres da Igreja, a religião cristã é a expressão íntegra e definitiva da verdade que a filosofia grega atingira imperfeita e parcialmente.
 

Público
Esse adjetivo foi usado em sentido filosófico para designar os conhecimentos ou os dados ou elementos de conhecimento disponíveis a qualquer pessoa em condições apropriadas e não pertencentes á esfera pessoal e não verificável da consciência. Neste sentido, é Público o que Kant denominava objetivo: aquilo de que todos podem participar igualmente, podendo portanto também ser expresso ou comunicado pela linguagem.
 

Pelagianismo
Doutrina do monge inglês Pelágio, que, no início do século V, ensinou em Roma e Cartago; em polêmica com Agostinho de Hipona, sua doutrina dizia que o pecado de Adão não enfraqueceu a capacidade humana de fazer o bem, mas é apenas um mau exemplo, que torna mais difícil e penosa a tarefa do homem.
 

Percepcionismo
Doutrina que admite a realidade dos objetos da percepção.
 

Perfeccionismo
1 - Ideal moral que consiste em perseguir a própria perfeição moral ou de outrem, ou seja, a capacidade de agir em conformidade com o dever. 2 - Crença no progresso, acompanhada pelo compromisso de contribuir para ele.
 

   

 
 

Entrevistas

Novidades

 


Receber
Parar de receber

Livros

Gostou do site?

Seu nome:

Nome do seu amigo:

E-mail do seu amigo:

Sites parceiros:

Sobre nós | Política de privacidade | Contrato do Usuário | Fale conosco

Copyright © 2008-2019 Só Filosofia. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Virtuous.