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(17/Set) Prova e Gabarito - Filosofia - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - IFRN - Rio Grande do Norte - 2009
 
PROFESSOR DE FILOSOFIA

1. Nicolau Maquiavel foi diferente dos teólogos medievais e de seus contemporâneos ao fundamentar as suas teorias políticas porque partiu
a) da Bíblia para fundamentar as suas teorias políticas.
b) do direito romano para a construção do seu pensamento político.
c) porque partiu das obras dos filósofos grecorromanos para construir a sua teoria política.
d) da experiência real do seu tempo para fundamentar o seu pensamento político.

2. Segundo O príncipe, de Maquiavel, toda cidade está dividida em dois desejos opostos:
a) o desejo dos grandes de oprimir e comandar e o desejo do povo de não ser oprimido nem comandado.
b) o desejo do povo de ser bem guiado e o desejo dos grandes em ser um bom pastor para o povo.
c) o desejo do povo por um herói que os salve e a falta de vontade dos grandes em serem heróis do povo.
d) o desejo dos grandes em oprimir e comandar e o desejo do povo em participar um dia dessa opressão.

3. Em sua obra Ética a Nicômaco, Aristóteles sintetiza as virtudes que constituíam a excelência moral grega. Assinale a alternativa em que a virtude,o vício por excesso e o vício por falta estão corretos:
a) amizade - bufonaria - grosseria.
b) coragem - temeridade - covardia.
c) moderação - exagero - insensibilidade.
d) liberalidade - luxúria - insensibilidade.

4. Com relação à boa vontade em Kant, podemos dizer que ela é a única coisa que podemos considerar como um bem em si mesmo. Sendo assim, é correto dizer que a boa vontade
a) é algo que podemos notar através das atitudes e dos resultados das ações alheias.
b) pode ser resumida na vontade de agirmos por dever.
c) depende de uma série de circunstâncias empíricas que a direcionem.
d) nos impele a escutarmos o que o nosso coração tem a nos dizer, nos tornando mais sensíveis.

5. Em linhas gerais, o modelo de ética da responsabilidade de Hans Jonas refere-se
a) ao aqui e agora, e afirma que, se não fizermos nada urgentemente, o mundo poderá entrar em colapso nos próximos anos.
b) à responsabilidade com um futuro longínquo da humanidade e afirma que esta se estende até descendentes muito afastados de nós.
c) à dúvida entre a superioridade do ser sobre o não-ser e afirma que o melhor é que cada um faça algo urgente com relação ao nosso estilo de vida altamente nocivo à vida nesse planeta.
d) a uma ética da esperança e afirma que precisamos urgentemente acreditar na utopia da construção de um homem integral e nos responsabilizarmos por trilhar esse ideal.

6. Descartes enxerga na dúvida metódica um momento preliminar do conhecimento. O seu objetivo não é demonstrar a impossibilidade de qualquer afirmação, mas
a) eliminar as ideias da experiência do conhecimento.
b) remover os princípios da filosofia escolástica.
c) eliminar a objetividade do conhecimento e da ciência.
d) remover todos os preconceitos que impedem o seu correto desenvolvimento.

7. Uma ideia fundamental do pensamento científico é que existe uma relação necessária entre causa e efeito, de tal forma que, conhecendo as causas, os efeitos podem ser previstos. David Hume, por meio de uma argumentação empírica, deduzida da experiência real observando o choque das bolas de bilhar, demonstra que a relação de causa e efeito se baseia apenas
a) no hábito.
b) nas ideias.
c) no pensamento.
d) no movimento.

8. A filosofia pode ser definida como uma atividade de análise, de reflexão e de crítica. O que caracteriza essas atividades é
a) a observação dos elementos, a proposição de respostas corretas e a avaliação do pensamento sobre si mesmo.
b) o desenvolvimento de ideias inatas, a crítica literária e filosófica e a contestação de fatos.
c) a indagação sobre as causas e o sentido, o movimento do pensamento sobre si mesmo e o exame racional de todas as coisas.
d) o aprimoramento das ciências, o desenvolvimento de propostas filosóficas e a avaliação crítica da ciência.

9. O progresso do saber biomédico, que parece tornar seus possuidores donos da vida e da morte, tem provocado muita angústia entre aqueles que têm consciência de que, ao lado dos benefícios, há um grande risco de seu emprego inadequado. Essa assertiva refere-se a
a) biomédica.
b) biomedicina.
c) bioética.
d) biofilosofia.

10. Aristóteles faz uma distinção entre ciência e arte. Para ele, a ciência é um saber teórico que se refere ao necessário enquanto a arte ou técnica é um saber
a) racional que produz o conhecimento estético.
b) teórico que desenvolve os ideais de beleza.
c) prático que opera no campo do contingente ou do possível.
d) voltado para o belo.

11. Em oposição ao senso comum, o conhecimento científico caracteriza-se por ser
a) objetivo, quantitativo, homogêneo, generalizador, diferenciador e investigativo.
b) subjetivo, qualitativo, heterogêneo, individualizador, determinístico e coletivo.
c) subjetivo, complexo, determinístico, incerto, regular, qualitativo e investigativo.
d) objetivo, complexo, qualitativo, matemático, generalizador e dedutivo.

12. Historicamente, as principais concepções de ciência ou de ideais de cientificidade são:
a) racionalismo, empirismo e construtivismo.
b) indutivismo, dedutivismo, determinismo.
c) empirismo, determinismo, subjetivismo.
d) racionalismo, empirismo, determinismo.

13. De acordo com Francis Bacon, os quatro tipos de ídolos ou de imagens que formam opiniões cristalizadas e preconceitos que impedem o conhecimento da verdade são:
a) ídolos da caverna, do fórum, da arte e da sociedade.
b) ídolos da caverna, do mundo das ideias, da tribuna e do teatro.
c) ídolos da tribo; do idioma; da política e da sociedade.
d) ídolos da caverna, do fórum, do teatro e da tribo.

14. De acordo com Auguste Comte, no seu curso de filosofia positiva, cada uma das nossas concepções principais, cada ramo de nossos conhecimentos, tudo isso enquanto escalada do conhecimento humano, passou por três estágios históricos diferentes, a saber:
a) estado teológico, metafísico e científico.
b) estado fictício, do senso comum e positivo.
c) estado abstrato, cético e positivo.
d) estado fictício, abstrato e metafísico.

15. Em termos ideológicos, o cientificismo consiste em
a) acreditar que a dimensão do conhecimento humano é muito ampla e complexa. A ciência pode e deve dialogar com outras esferas do conhecimento se quiser avançar, pois, só assim, conseguirá remover os principais obstáculos epistemológicos que hoje atravancam o seu desenvolvimento.
b) Crer que só o conhecimento científico é verdadeiro e real. Os conhecimentos que não forem expressos quantitativamente ou que não puderem ser formalizados, ou que se mostrarem absolutamente refratários a uma repetição em condições de experiências em laboratórios, não podem ser considerados como tendo validade epistemológica.
c) postular que o conhecimento, quer em seu desenvolvimento, quer em sua "transmissão" pelo ensino, deve ser cortado em várias especialidades. Porém, entende que é de fundamental importância um esforço no sentido de interligar esses vários saberes fragmentados em uma síntese unificadora.
d) afirmar que existe uma consciência total em termos de autonomia intelectual da ciência e do entendimento científico, mas reconhece que depende de algumas instâncias racionais exteriores à ciência, como, por exemplo, da filosofia que, com o seu método próprio de investigação, serve de crítica à própria linguagem científica.

16. Em relação à possibilidade do conhecimento, Johannes Hessen, no seu livro Teoria do Conhecimento, nos coloca a existência de determinadas posições epistemológicas existentes, a saber:
a) relativismo e subjetivismo, racionalismo, empirismo, intelectualismo e apriorismo.
b) relativismo e subjetivismo, objetivismo, realismo, idealismo e fenomenalismo.
c) dogmatismo, ceticismo, relativismo e subjetivismo, pragmatismo e criticismo.
d) monismo-panteísmo, ceticismo, pragmatismo, criticismo e dualismo.

17. Segundo Edgar Morin, no Método 6, "A incompreensão impera nas relações entre os seres humanos. Faz estragos nas famílias, no trabalho, na vida profissional, nas relações entre os indivíduos, povos, religiões". Portanto, como aprender a compreender? Para Morin, existem três procedimentos que devem ser conjugados para engendrar a compreensão humana:
a) a compreensão da vida, do homem e da sociedade.
b) a compreensão do mundo, da vida e da natureza.
c) a compreensão objetiva, a subjetiva e a complexa.
d) a compreensão da linguagem, das idéias e do homem.

18. A religião não sacraliza apenas o espaço sagrado e o tempo, mas também seres e objetos do mundo, que se tornam símbolos de algum fato religioso. Os seres e os objetos simbólicos são retirados de seu lugar costumeiro, assumindo um sentido novo para toda a comunidade. Sobre esse ser ou objeto recai a noção de tabu que é
a) um símbolo da religião cristã que só pode ser tocado pelo sacerdote ou fiéis.
b) um símbolo da religião afro utilizado em cerimônias que não pode ser tocado pelo sacerdote.
c) um interdito, ou coisas transformadas em símbolos que não podem ser tocada por ninguém que não esteja autorizado.
d) um símbolo da religião judaica, presente em todas as sinagogas para veneração pelos fiéis o qual pode ser tocado.

19. A noção de estética, quando formulada e desenvolvida nos séculos XVIII e XIX, concebia as artes como belas-artes e pressupunha que a arte é uma atividade
a) que buscava o prazer, a inspiração, o interesse econômico e a distinção entre o belo e o bom;
b) criativa, seguia preceitos e normas, buscava a contemplação do belo e do sublime e era autônoma.
c) importante para a economia; criativa, utilitária, é moral e ética e buscava a fruição do belo.
d) humana autônoma, produto da experiência sensorial, não utilitária e busca a contemplação e o belo.

20. Para Edgar Morin, a antropoética, a ética do gênero humano, deve ser considerada como a ética da cadeia de três termos. Esses três termos, respectivamente, são
a) Indivíduo, gênero e raça.
b) Indivíduo, sociedade e espécie.
c) Sociedade, gênero e indivíduo.
d) Sociedade, espécie e gênero.

GABARITO
01D 02A 03B 04B 05B 06D 07A 08C 09C 10C 11A 12A 13D 14A 15B 16C 17C 18C 19D 20B
     

 
 
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