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Filme da semana

 

(21/Out) Querido Frankie
 
Sinopse
Querido Frankie mergulha nas relações familiares

A roteirista escocesa Andréa Gibb mostra todo seu talento com Querido Frankie, um filme belíssimo que - como After Life, sua obra que fez sucesso no Festival de Cinema de Edimburgo - traz personagens que enfrentam situações duras em seu cotidiano e então, de repente, precisam encarar uma dificuldade que eles próprios criaram.
O filme convence também por seus aspectos geográficos e navais.
Emily Mortimer e Jack McElhone são mãe e filho vivendo na cidade portuária de Greenock, para onde fugiram para escapar das garras do ex-marido dela.
O garoto, Frank, é surdo e mal consegue falar, mas não nasceu assim. Foi “um presente de papai” como diz a mãe, Lizzie. Mas ele é um menino muito inteligente e cheio de vida.
Frankie não tem conhecimento dos temores de sua mãe. Tudo o que ele gostaria é que ela e ele pudessem se fixar em algum lugar por mais tempo.
O filme é repleto de pequenos momentos de ternura, insight e sabedoria, como, por exemplo, quando Lizzie diz que pensou que Frankie desistiria de escrever para seu pai, mas que ficou feliz por ele não tê-lo feito. “É a única maneira que tenho de ouvir sua voz”, diz ela.
Fonte da Sinopse: http://www.acafic.com.br/

Qual o papel da verdade na filosofia e na clínica filosófica?
Cabe ao filósofo clínico conceituar o que é verdade?
Estas e outras questões são tratadas neste filme.

O primeiro problema para os filósofos é estabelecer que tipo de coisa é verdadeira ou falsa, qual o portador da verdade. Depois há o problema de se explicar o que torna verdadeiro ou falso o portador da verdade. Há teorias robustas que tratam a verdade como uma propriedade. E há teorias deflacionárias, para as quais a verdade é apenas uma ferramenta conveniente da nossa linguagem. Desenvolvimentos da lógica formal trazem alguma luz sobre o modo como nos ocupamos da verdade nas linguagens naturais e em linguagens formais.

Há ainda o problema epistemológico do conhecimento da verdade. O modo como sabemos que estamos com dor de dente é diferente do modo como sabemos que o livro está sobre a mesa. A dor de dente é subjetiva, talvez determinada pela introspecção. O fato do livro estar sobre a mesa é objetivo, determinado pela percepção, por observações que podem ser partilhadas com outras pessoas, por raciocínios e cálculos. Há ainda a distinção entre verdades relativas à posição de alguém e verdades absolutas.

Ficha Técnica
Título Original: Dear Frankie
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 102 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2004
Site Oficial: www.miramax.com/dearfrankie
Estúdio: Pathé Pictures Ltd. / Scorpio Films Ltd. / Sigma Films Ltd. / Scottish Scren / UK Film Council
Distribuição: Miramax Films / Buena Vista International
Direção: Shona Auerbach
Roteiro: Andrea Gibb
Produção: Caroline Wood
Música: Alex Heffes
Fotografia: Shona Auerbach
Desenho de Produção: Jennifer Kernke
Direção de Arte: Margaret Horspool
Figurino: Carole K. Millar
Edição: Oral Norrie Ottey
Efeitos Especiais: Capital FX

Referências: http://www.adorocinema.com/filmes/querido-frankie/querido-frankie.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/Verdade
     

 
 
Como referenciar: "Querido Frankie - Filme da semana" em Só Filosofia. Virtuous Tecnologia da Informação, 2008-2019. Consultado em 22/09/2019 às 20:17. Disponível na Internet em http://www.filosofia.com.br/vi_filme.php?id=25