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Diógenes de Apolônia (499 - 428 a.C )

È considerado o último dos filósofos pré-socráticos, defende o monismo, ou seja, a unidade da realidade como um todo porque se o mundo tiver origens em diversos elementos que sejam diferentes entre si eles não poderiam se misturar e atuar uns sobre os outros. As coisas devem se originar através da transformação de um mesmo elemento. Para Diógenes esse elemento é o que ele chama de ar infinito que é um elemento inteligente. Esse ar inteligente administra e governa tudo e se assemelha com Deus pois está em todas as partes, utiliza-se de todas as coisas e está dentro de tudo.

Não existe nada que não tome parte desse ar inteligente e nenhuma coisa participa dele na mesma medida que outra coisa. Existem muitas formas desse ar e dessa inteligência. Ele pode ser mais quente ou mais frio, mais seco ou mais úmido, mais parado ou mais em movimento. Ele pode também se modificar infinitamente através dos prazeres e das cores.

As almas de todos os animais são feitas da mesma coisa, um ar mais quente do que aquele fora de nós mas mais frio do que aquele que está perto do sol. O que difere os animais é o calor das almas que é um pouco diferente em cada um, umas são mais quentes e outras mais frias, mas todos vivem, ouvem e vêem  por resultado do elemento ar e da sua inteligência.

A nossa alma é um ar pensante que enquanto vivemos e respiramos se manifesta, mas quando o último ar sai de nós através do último suspiro, morremos.

Diógenes vai explicar os mais diferentes fenômenos a partir desse ar infinito e consciente. O ar se condensa, se rarefaz e sofre mutações de qualidade, produzindo as outras coisas em suas formas. Ele escolhe o ar como fundamento pois esse se adapta bem às mudanças o que não acontece com a terra que dificilmente se move ou muda.

Sentenças:
- A terra é redonda, está ao centro, suportada pelo ar. O sol é uma espécie de pedra pomes.
- Nada procede do não ser, e nada se resolve no não-ser.
- Me parece, que todos os entes são diversificações de um só e são um só.
- E isto é bem claro: porque, se os que agora existem neste mundo, - a terra, a água, o ar, o fogo e todos os mais que aparecem neste mundo, - fosse cada um diferente do outro, diferente por sua própria substância, e não um mesmo ente que de muitas maneiras muda e se diversifica, de nenhum modo poderiam eles misturar-se uns com os outros, nem ajudar-se ou prejudicar-se entre si.
    Não poderia a planta surgir da terra, nem o animal, nem outra coisa poderia nascer, se não estivessem de tal modo constituídos que fossem o mesmo.
    Todos estes entes, uma vez que se diversificam a partir de um só, se tornam diferentes em circunstancias diversas e retornam ao mesmo.
- Para quem começa um discurso é necessário que exiba um começo sem disputas e uma explanação simples e sóbria.
- O ar é o princípio de todas as coisas. Existem mundo infinitos e infinito é também o espaço. O ar produz os mundos ao condensar-se e rarefazer-se. Nada procede do não ser, e nada se resolve no não-ser.



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