Biblioteca Virtual
 Biografia de Filósofos
 História da Filosofia
 Laifis de Filosofia

 Eventos
 Resenhas
 Livros
 Entrevistas
 Jornais Brasileiros

 Oráculo
 Dicionário de Filosofia
 Vídeos de Filosofia
 Rádio Filosofia
 Como estudar Filosofia
 Dicas para Monografia
 Filos. e Outras Áreas
 Filos. na Sala de Aula

 Exercícios Comentados
 Jogos On-line
 Provas de Concursos

 Loja virtual
 Curso de Filosofia

 Curiosidades Filosóficas
 Escolas de Filosofia
 Filosofia Clínica
 Histórias Filosóficas
 Relato do Leitor
 Frase de um Leitor
 Charge da Semana
 Filosofia em Quadrinhos
 Fil. para Crianças
 Lançamento de Livros
 Livros para Download
 Frase de Filósofos
 Uma Foto, uma História
 Trechos de Livros
 Enquetes
 Cursos de Extensão
 Fale Conosco

 

 

Protágoras de Abdera (480 - 411 a.C.)

A base da filosofia de Protágoras está na máxima "O Homem é a medida  de todas as coisas, daquelas que são por aquilo que são e daquelas que não são por aquilo que não são." Para ele medida significava juízo e as coisas são os fatos e as experiências das pessoas. Com essa máxima Protágoras tinha por objetivo negar um critério absoluto para distinguir o ser do não-ser. O critério para a diferenciação torna-se o homem, cada homem. Ele explica melhor "Tal como cada coisa se apresenta para mim, assim ela é para mim, tal como ela se apresenta para você, assim ela é para você." O vento que sopra é frio ou quente? A resposta vai depender de cada pessoa, para algumas vai estar frio e para outras vai estar quente, dessa forma ninguém vai estar errado e a verdade vai estar em cada sujeito e no que ele pensa sobre sua experiência.

 

Se os homens são a medida de todas as coisas, por conseqüência, nenhuma medida pode ser a medida para todos os homens. As coisas assim vão ser definidas pelas pessoas que as definem, o que vale para determinada situação não vai valer para outras. As coisas vão ser conhecidas particularmente por cada indivíduo.

 

Protágoras ensinava também técnicas e métodos para  tornar um argumento fraco em um argumento forte. Ele ensinava a aptidão de fazer sobressair um ponto de vista sobre um ponto de vista contrário. Os homens tem em si a faculdade de julgar com justiça, a função do sofista é fazer com que eles expressem essa capacidade.

 

Para ele as coisas são portanto relativas aos indivíduos e aos seus pareceres. Não existe uma verdade absoluta assim como não existem padrões morais absolutos, o que existem são coisas mais oportunas, úteis e convenientes. A pessoa sábia vai ser aquela que consegue distinguir o que é mais vantajoso e decente para cada situação. O sábio vai conseguir também convencer os outros a reconhecer essa qualidade superior e fazer com que eles a ponham em prática.

 

Protágoras afirmou também que em relação aos deuses ele não poderia afirmar se existem ou se não existem pois muitas coisas o impediam de fazer tais afirmações, ele considerava o assunto obscuro e a vida breve para se achar uma resposta para a questão. Mostrava-se agnóstico nas suas crenças pois o divino vai além da capacidade humana de compreensão dessa experiência sendo o homem limitado em seu saber. Para ele era possível criarmos argumentos tanto a favor como contra a existência dos deuses.

 

Ele dizia ainda que os sábios e os bons oradores deveriam guiar através de conselhos as outras pessoas.

 

Sentenças:

- Sobre qualquer questão existem dois argumentos contrários entre si.

- Sobre os deuses não posso saber se existem ou se não existem.

- Das coisas belas umas são belas por natureza e outras por lei, mas as coisas justas não são justas por causa da natureza, os homens estão continuamente disputando pela justiça e a alteram também continuamente.

- Toda a vida do homem tem necessidade de ordem e de adaptação.


Protágoras



Responsável - Arildo Luiz Marconatto



Sites parceiros:

Sobre nós | Política de privacidade | Contrato do Usuário | Fale conosco

Copyright © 2008-2014 Só Filosofia. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Grupo Virtuous.