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Imagens - Os últimos dias de Sócrates  

Sócrates - XXIII
Sócrates, antes de beber o veneno que o mataria, diz - Bebo aos deuses, para que protejam minha viagem. Caminha de um lado a outro e sente as pernas pesadas. Deita-se e espera a morte, que logo chega. Alguns de seus discípulos choram, mas ele pediu para que fossem fortes  dizendo que desde o dia do seu nascimento a natureza o condenou à morte. O último pedido de Sócrates foi para Críton - Devemos um galo a Asclépio. Não se esqueça.
Sócrates - XXII
Sócrates lava-se sozinho, para poupar Xantipa e as outras mulheres. Veste a sua roupa alva e chama a esposa e filhos. Despedem-se com abraços, entristecidos, sabendo que é a última vez. Sócrates fica então com Críton e seus discípulos. O filósofo brinca com quem ele chama de meu bom amigo, o perito em matéria de veneno. Pergunta a ele: - o que eu devo fazer? Entrega a Sócrates a bebida e diz que ele deve caminhar até sentir as pernas pesadas. Depois, deve deitar-se e deixar a cicuta agir.
Sócrates - XXI
Um dos pés de Sócrates está preso numa corrente. Os guardas vêm anunciar que se prepare para a morte. Sócrates observa os discípulos, passa as mãos sobre o tornozelo machucado das correntes que o prendiam e comenta: - Doía e agora sinto prazer. Que estranho! O prazer e a dor são próximos entre si; quando o homem quer um tem de sofrer o outro. Esopo teria escrito que deus não tendo conseguido convencer os dois inimigos a fazer as pazes, os teria então atado um ao outro. Quando um deles está conosco, o outro o acompanha. Que bela fábula, não é?  Xântipa chora sobre a perna ferida de Sócrates. Críton chega até ela e pede-lhe calma para não deixar as crianças mais tristes ainda. Um dos discípulos pergunta a Sócrates como ele pode ficar tão calmo sabendo que a hora da morte está próxima. - É que eu raciocino e a idéia de me separar do corpo não me assusta; ao contrário, me alegra - diz o filósofo.
Sócrates - XX
Pela manhã, Críton chega até a prisão onde Sócrates dorme serenamente e ao ser perguntado como pode dormir tranqüilamente, Sócrates fala que o sono e a morte se assemelham. Ambos nos dão a paz. Críton conta-lhe da fuga que propõem. Sócrates questiona: - Fugir não seria cometer uma injustiça? Imagine que ao sair desta prisão as leis de Atenas se erguessem à minha frente e me interpelassem. Onde vai, Sócrates? - me perguntariam. Não lhe parece uma loucura que me submeteria ao escárnio de todos?E meus filhos? Teria que levá-los para uma terra estrangeira?  Se eu morro, não é por causa das leis, mas por culpa dos homens, e se eu respondesse à injustiça com a injustiça, ao mal com o mal, estou certo que eu cometeria um sacrilégio.
Sócrates - XX
Pela manhã, Críton chega até a prisão onde Sócrates dorme serenamente e ao ser perguntado como pode dormir tranqüilamente, Sócrates fala que o sono e a morte se assemelham. Ambos nos dão a paz. Críton conta-lhe da fuga que propõem. Sócrates questiona: - Fugir não seria cometer uma injustiça? Imagine que ao sair desta prisão as leis de Atenas se erguessem à minha frente e me interpelassem. Onde vai, Sócrates? - me perguntariam. Não lhe parece uma loucura que me submeteria ao escárnio de todos?E meus filhos? Teria que levá-los para uma terra estrangeira?  Se eu morro, não é por causa das leis, mas por culpa dos homens, e se eu respondesse à injustiça com a injustiça, ao mal com o mal, estou certo que eu cometeria um sacrilégio.
Sócrates - XIX
Sócrates é colocado numa prisão sombria; uma gruta. Críton e os demais seguidores de Sócrates, armam um plano para libertá-lo. Uma fuga, em que os guias foram pagos. Os guardas são muito influenciados por Sócrates. Ouvindo-os, dizem ser Sócrates um prisioneiro de uma doçura exemplar. O mais cortês que já conheceram. Platão está doente e por isso não esteve com Sócrates e em seu lugar foi Críton, seu amigo.
Sócrates - XVIII
A execução de Sócrates deveria acontecer, conforme se fazia, em 24 horas, mas como a cidade estava em seu período anual de purificação a execução foi adiada. Sócrates pôde exprimir, perante a assembléia, seus últimos desejos: - Cidadãos de Atenas, se tivessem esperado um pouco mais, a morte viria por si livrá-los de Sócrates. Deixemos esta assembléia, eu condenado à morte e vocês, meus juízes, condenados pela Verdade. E toda a sua vida ficará marcada pela injustiça que acabaram de cometer. Nem nesta manhã quando me apresentei a este tribunal, nem há pouco quando subi nesta tribuna, nem em algum momento deste processo, a voz divina criticou o meu comportamento ou as minhas palavras; isto, porque todos os acontecimentos deste dia, eram desejados pelos deuses.
Sócrates - XVII
Imediatamente a votação é realizada e o resultado do escrutínio é divulgado, aos olhares preocupados de tantos, na assembléia e ante os discípulos de Sócrates. Declarado culpado por uma maioria de 60 votos, Sócrates tem novamente a palavra: - Atenienses, não estou indignado com esse resultado; aliás, fico admirado ser condenado por uma diferença tão pequena. Quanto a punição, Meleto propõe a morte. E eu, que pena posso propor? Que pena aplicar a um homem que sempre sacrificou sua ambição pessoal pelo interesse de seus concidadãos? Para serem justos, eu não deveria ser punido. Ao contrário, mereceria uma recompensa. ...Onde se colocam os benfeitores da cidade? No Pritaneu. Portanto, é para lá que devem me enviar...Que eu seja alojado e alimentado no Pritaneu. Logo após as colocações de Sócrates, chega a resposta da assembléia, que rejeita a proposta de Sócrates. A assembléia exige a pena de morte com uma maioria de 140 votos.
Sócrates - XVI
Sócrates encerra sua defesa exclamando para uma praça lotada de pessoas: - Não vou tentar inspirar-lhes piedade e muito menos arrancar-lhes a solução. Lembrem-se apenas que meu Deus me colocou aqui para manter a Verdade alerta. Se deixarem se convencer pelos meus acusadores, me matarão. E esse Deus, após minha morte, não lhes enviará mais ninguém para defender a Verdade. Afundará todos num interminável torpor. Reflitam. E agora me remeto a vocês que julgam segundo leis que eu respeito. Que a sua decisão seja a melhor para todos nós.
Sócrates - XV
Meleto acusa Sócrates de não acreditar em algum Deus. O filósofo fala: - É possível, Meleto, crer na realidade das ações humanas, sem crer na realidade dos homens? É possível crer, por exemplo, na equitação, sem crer na existência dos cavalos? E ainda, é possível crer nas manifestações de uma potência sobrenatural sem crer nos atos dos deuses, sem crer nos deuses?... creio implicitamente, na existência dessa potência. Cidadãos atenienses! A acusação de Meleto, tem como base a calúnia. Essa calúnia pode me levar a morte, mas diante dela não me comportarei como um covarde.
Sócrates - XIV
Sócrates, depois de escutar as acusações de Meleto, Ânito e Lícon, é chamado para ter a palavra em sua defesa. Não o faz com eloqüência, pois deseja o não formalismo. Diz que é confundido com um personagem que não é. Diz Sócrates em sua defesa: - Supondo que eu corrompo a juventude, como explica que esses jovens hoje crescidos não estejam aqui para me acusar? Eles mesmos ou seus pais ou seus irmãos? Vejo Críton, pai de Critópolo, Adimante, pai de Platão. Lausânia, pai de Amnistene. Por que não estão aqui para me atacar? Por que não os chamou para sustentar sua acusação?Você afirma que corrompo a juventude a incitando a não crer nos deuses da cidade para que siga outras crenças. Acha que os meus deuses não são os da cidade ou quer dizer que não creio em deus algum?
Sócrates - XIII
Dá-se a abertura do julgamento de Sócrates com um ritual de água aspergida em volta da escadaria, palco de todo o acontecimento. Versos de saudação à Atenas são declamados por quem faz a abertura e os cidadãos, de pé, a escutá-lo: - Oh, Atenas, filha de Zeus ! Mãe da Sabedoria, da guerra e das Artes.Você que nos deu a oliveira e o uso do timão recorde-se dos sacrifícios que lhe oferecemos. Que sua sentença nos inspire! Que sua Égide nos proteja! Oh! Atenas valorosa! Oh! Atenas a verdadeira invicta!
Sócrates - XII
A situação de Sócrates é gravíssima. Em casa, o filósofo procura tranqüilizar Xantipa, sua mulher, e seus filhos. Em poucos dias , em praça pública, os cidadãos se reunirão, além daqueles que foram escolhidos pela sorte, por vontade dos deuses, para o julgamento. Proferirão a sentença por ocasião do processo promovido por Meleto, com o apoio de Ânito e Lícon, contra Sócrates.
Sócrates - XI
Começam os ensaios de como Lísias, que fora chamado por Sócrates, procederia no dia do seu julgamento. Sócrates escuta o que Lísias diria aos seus juízes e acaba questionando-o: - Que tipo de bem, pensa em levar aos juízes? - É a você que eu quero o bem e não aos seus juízes, diz Lísias. - Você estaria pronto a fazer-lhes mal para me favorecer? pergunta Sócrates. Ao que o outro responde que certamente. - E como poderia fazer o bem a mim fazendo o mal a eles? Sem dúvida, pensa que o maior bem é a vida. - Sim, responde Lísias. - Mas a vida na mentira ou a vida na Verdade? A vida na Verdade, responde o orador. - Mas respondendo às mentiras de meus acusadores, com outras mentiras, persuadindo-os com o que querem ouvir, a vida que me adviria de sua eloqüência não ficaria embaçada por sua astúcia? Não, Lísias. A vida só merece ser conservada na alegria e a única alegria do homem é a procura da Verdade sem desvios. A vida vale na esperança de um dia encontrar a Verdade. E a Verdade, como as estrelas, é muito difícil de atingir e não é preciso se aproximar para vê-la. - Quer então que o condenem? Diz Lísias. - Se a democracia quer a minha morte, deve ter suas razões. Eu lhes direi a verdade a meu modo e vamos ver se me entenderão. Em minha idade, eu não aceito belos discursos. Vou me defender sozinho.
Sócrates - X
Sócrates é avisado que no pórtico do Arconte fora afixado uma acusação contra ele. Ali consta: - Meleto, filho de Meleto, acusa Sócrates, filho de Sofrônico, dos seguintes delitos: Sócrates não acredita nos deuses de Atenas; ele prega novas crenças. Sócrates corrompe a juventude . O acusador exige a pena de morte.


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