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Imagens - Michelangelo - vida e obra  

Michelangelo XXVII
Após muitas adversidades, paradas, retornos, a Capela Sistina enfim está pronta. Michelangelo e o Papa contemplam a obra, falam sobre ela, verificam cada detalhe, conversam sobre a inspiração, sobre Deus, a fé. Chegava ao fim a construção de uma das maiores obras de arte que a humanidade possui. Milhares de visitantes todos os anos vão à Roma visitar a esplêndida obra de Michelangelo.
Michelangelo XXVI
Michelangelo e o Papa apreciam a pintura de Deus na Capela Sistina. O Papa diz: "É assim que você O vê, meu filho? Ele não está bravo, nem vingativo.  Mas forte, benigno, amoroso". Michelangelo afirma que o ato de criação é um ato de amor. O Papa confessa a Michelangelo que aquela pintura é uma prova de fé.
Michelangelo - XXV
Michelangelo encontra o Papa mal, devido a batalha mantida. Vai até ele  para pedir permissão para voltar à Sistina e terminar o trabalho. O Papa, machucado da luta e categórico com a realidade, diz que permissão para terminar o afresco não, pois teria que pedir aos seus inimigos, que estarão em Roma  em semanas. Duvidava que estivessem ansiosos para que completasse as decorações da capela. Michelangelo responde que gostaria de tentar. O Papa dá o seu consentimento.
Michelangelo - XXIV
Em sua morada, Michelangelo  recebe a visita de Raphael e Telissa. Arruma seus pertences em sua mala. Raphael diz que não quer terminar o teto e que duvida que consiga. Michelangelo diz a Raphael que apanhou como um servente desobediente. Telissa fala para Michelangelo: - O papa andou por aí desesperançado sabendo que talvez nunca vivesse para ver o afresco acabado. Ele vinha dia e noite olhar. Defendeu-o contra os críticos. Um trabalho de arte que, pra ele, tinha se tornado trabalho de amor. Mesmo quebrando a bengala em suas costas, o amor tem caminhos estranhos. É a linguagem do sangue. Não é fria nem indiferente... ou é agonia ou êxtase; às vezes, os dois de uma vez. Engole o teu orgulho poderoso e veja uma maneira de retroceder. Quer terminar o teto?
Michelangelo - XXIII
O Papa e Michelangelo se desentendem. O Papa está cansado de esperar por uma obra que nunca parece ter fim.Destitui o artista do trabalho, mas este não aceita ser afastado. O Papa agride Michelangelo com um bastão. Mais tarde, o Papa Júlio II, a cavalo, passa pela cidade, acompanhado de seus soldados para a batalha. Michelangelo fita o papa, juntamente com as demais pessoas, que se ajoelham fazendo o sinal da cruz.
Michelangelo - XXII
O artista reclama da maneira dura como tem sido tratado pelo Papa. Recuperando-se do acidente, diz que não tem vontade de voltar a arrastar-se naqueles andaimes e ver o Papa a espioná-lo constantemente, perguntando quando vai terminar.  Nesse momento, o Papa entra em seus aposentos e diz que veio para reparar um erro; uma pequena penitência que deu a si mesmo. - Tratei você com aspereza e ajudei a levá-lo a este estado lamentável. Desejo absolvê-lo de sua incumbência. Você está livre - diz o papa. Mas ao saber que Raphael continuaria a sua obra, Michelangelo ficou extremamente contrariado e aceita retornar imediatamente ao trabalho.
Michelangelo - XXI
Michelangelo, deitado no andaime e bem próximo ao teto da capela, cai-lhe uma gota de tinta num dos olhos e o deixa enxergando com dificuldade. Resolve descer do andaime, mas se descuida e cai de grande altura. No outro dia, é encontrado estirado ao solo por seus assistentes. Médicos do Papa o atendem querendo fazer uma sangria, mas são impedidos por Telissa. Com habilidade, Telissa os encaminha para fora do recinto e ela mesma cuida de Michelangelo. O artista está esgotado, come pouco, dorme pouco, trabalha demais.
Michelangelo - XX
Algumas vezes, pelo atraso de seu pagamento e contas do aluguel a pagar, o artista mostra-se zangado. O Papa, continuamente, vai olhar e acompanhar as obras, curioso para saber quando Michelangelo terminará o trabalho; ao que este responde: - Quando terminar. O artista interrompe a pintura do teto da capela Sistina  ao ouvir vozes alteradas, vindas dos cardeais, escandalizados com as pinturas. - Obscenidade! Isso é libertino! É ilusão! Obscenidade à vista de Deus! Na Casa de Sua Glória! Vergonha! Esse artista tira a sua inspiração dos gregos, que glorificam o corpo humano! Transformou a capela de Sua Santidade em um templo pagão.
Michelangelo - XIX
O trabalho árduo de Michelangelo recomeça, mas desta vez, com suas próprias inspirações de artista sensível e homem de fé. Nos espaços entre os painéis centrais  ficarão sibilas pagãs e profetas hebreus que previram a vinda de Cristo - pensa o artista.
Michelangelo - XVIII
Soldados trazem Michelangelo preso até o Papa. Michelangelo diz que as idéias do Papa, para a Capela Sistina, não valiam a pena. Ambos trocam gritos. Por fim, Michelangelo mostra o novo projeto , largando o papel no chão, em meio ao tumulto da batalha. O Papa concede ao artista a oportunidade de retornar e terminar o trabalho.
Michelangelo - XVII
Michelangelo refugia-se nas montanhas, enquanto é procurado por toda a parte. Ao olhar para o céu, vê nitidamente, nas nuvens, a silhueta de Deus.Vê claramente um quadro que retrata a Criação de Deus e em sua mente; enquanto admirado com aquela beleza toda, começa a recitar alguns versos por ele conhecidos:  - Então, Deus criou o homem a Sua própria imagem. À imagem de Deus, Ele o criou. Homem e mulher.
Michelangelo - XVI
Descontente com o resultado do trabalho, o artista destrói a própria obra jogando tinta vermelha sobre ela e também raspando outras partes. Depois da destruição dos afrescos, do teto da capela Sistina, Michelangelo desaparece. Paga o salário do mês aos seus assistentes e ninguém mais o vê. O Papa Júlio II é chamado para ver como ficou a capela e aos gritos diz: - Vasculhem a cidade! Vasculhem os navios em todas os portos. Colocarei qualquer cidade ou país que lhe der refúgio sob excomunhão papal. Florença em particular. Bramante sugere ao papa outro pintor como Raphael de Santi de Urbino para a realização da obra, mas Sua Santidade diz que a Michelangelo compete pintar o teto da Capela Sistina. Vociferando : - Ele pintará ou será enforcado!
Michelangelo - XVI
passo VI - retirados os desenhos provisórios, o pintor inicia o trabalho minucioso da pintura diretamente no teto da Capela Sistina, sobre os rascunhos alinhavados. (Começam os trabalhos árduos para a pintura do teto da Capela Sistina.)
Michelangelo - XV
passo V - a cobertura onde o rascunho foi feito é retirada. Fica na parece o esboço do que será pintado em seguida. (Começam os trabalhos árduos, preparativos de Michelangelo e seus assistentes para a pintura do teto da Capela Sistina.)
Michelangelo - XIV
passo IV - o teto é raspado, limpo, e os desenhos são desenrolados e afixados nos lugares. (Começam os trabalhos árduos, preparativos de Michelangelo e seus assistentes para a pintura do teto da Capela Sistina.)


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