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Frase de um leitor


O século XX concebeu uma nova forma de ver o homem e o mundo, onde um não se entende sem o outro. Nem realismo, nem idealismo, desejou-se chegar a uma nova forma de pensar a realidade. José Ortega y Gasset (1883-1955) contribuiu para pensar em como superar os impasses a que nos levaram o realismo e o idealismo. A trajetória sugerida por Ortega é importante não só porque nos oferece uma nova interpretação do passado de nossa cultura, mas porque nos fornece um instrumento para pensar os problemas de nosso próprio tempo. Nesta comunicação iremos examinar o que Ortega denomina de realidade radical e mostrar como estas idéias nos ajudam a entender melhor mundo em que vivemos.
José Maurício de Carvalho - São João Del Rei

Qual é o pensamento verdadeiro, objetivo e transparente que norteia quem governa sobre nós? O que teve tudo para ser verdadeiramente objetivo puramente humano, tornou-se objetivismo. O jogo de palavras e idéias confundem entre si e nos confundem também. Para onde vamos, com toda esta miscelânea? Os valores e princípios éticos que norteiam de fato uma boa educação sem vícios, sem interesses classistas, mas que defenda o bem, a dignidade, a liberdade do ser humano.
José Geraldo Pereira da Mota

Sei que se torna quase impossível falar do silêncio, pois é do próprio silenciar que surgem as palavras. O silêncio não é mudez, nem verbalização que se cala. Nosso eu superficial precisa calar e se acalmar sem a ansiedade do ter que fazer e dominar. Silenciar não é fugir da vida, pelo contrário, é fluir na plenitude da vida. Silenciar é mergulhar na existência a fim de colher da vida tudo que ela nos oferece de sublime. Silenciar é comungar com tudo e todos. Silenciar é graça e beleza gratuita.
Rosangela Rossi - Juiz de Fora

Atualizar-se é um retroceder ao futuro onde se descobrem caminhos e possibilidades, que embora sempre presentes, se apagaram na tentativa de ser e se esqueceram.
Fernanda Moura - São Paulo

A primeira necessidade que Schopenhauer aponta para compreendermos a noção de representação justifica-se em entender a reciprocidade existente entre sujeito e objeto no conhecimento de si mesmo e do mundo. De acordo com sua teoria do conhecimento, não existe somente um sujeito que antecede o conhecer do objeto, nem tão pouco um objeto que se faz reconhecer pelo sujeito. Há na verdade uma co-relação entre sujeito e objeto na consciência que, por sua vez torna-se consciência representativa do mundo.
Rozinaldo Duarte - Salvador

Com a sociedade de consumo vivemos uma nova situação histórica: o período da velhice tornou-se mais longo que o período da infância. O termo "terceira idade" convencionou-se ser de boa utilização a partir da idade da reforma, abarcando a velhice da idade adulta, separando a segunda da terceira idade. Acontece que o aumento da esperança de vida leva hoje a falar na quarta idade, caracterizada por uma perda de autonomia física intelectual e com menos qualidade de vida.
Geneci Bett - Manaus

Hoje em dia com o ritmo do tempo da sociedade capitalista tecnológica, muitas pessoas acreditam que a resolução de seus nós existenciais devem corresponder ao ritmo desse caminhar.
Marta Claus - Uberlândia

Em sua passagem pela Grécia e pela influência de filósofos árabes e de muitos outros na idade média a astrologia se firma e estrutura, e vai se construindo caca vez mais como estudo científico, ou melhor, com modos de estudo, estrutura, experimentação, análises, aplicação. Vários filósofos trabalharam sobre ela ou propiciaram um acréscimo de uma fundamentação filosófica para que os estudiosos da astrologia pudessem de maneira cada vez mais sustentada, estabelecer seus critérios. Entre outros filósofos estão: Plotino, Platão, Jacob Boheme e Bachelard
Sérgio Palheiros - São João Del Rei (MG)

   

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